Para falar sobre mordida aberta sob a ótica da Moro Ortodontia, precisamos abandonar a ideia de que o problema são apenas dentes que não se tocam. 

Na verdade, a mordida aberta é o “sintoma” de um colapso funcional ou de um erro de planejamento que ignorou a face e todo o aparelho Estomatognático.

Por isso, aqui está uma análise técnica e direta, focada na autoridade de quem trata o erro que outros cometeram.

Mordida aberta: o que fazer quando o sorriso “não fecha”?

Se você olha no espelho e percebe que, ao morder, seus dentes da frente não se encontram, você tem uma mordida aberta. 

O senso comum diria para “colocar um aparelho e puxar os dentes”. No entanto, na ortodontia de elite, essa é a receita para o desastre biológico.

A mordida aberta é, talvez, o maior teste de fogo para um ortodontista. Por quê? Porque ela raramente é um problema apenas dentário, sendo uma disputa entre os dentes, a língua, a respiração e a estrutura óssea da face.

O erro do “alinhador milagroso”

Atualmente, o mercado está inundado por promessas de que alinhadores invisíveis resolvem qualquer mordida aberta em tempo recorde. 

O que não te contam é que, se o profissional não entender corretamente a biomecânica por trás disso, ele pode estar apenas inclinando seus dentes para dentro.

Mas, isso não significa estabilidade! Frequentemente, recebemos na Moro Ortodontia pacientes de “resgate”: pessoas que usaram alinhadores genéricos, fecharam a mordida temporariamente e, meses depois, viram o espaço reabrir. 

Isso acontece porque a causa raiz, seja ela a postura da língua ou a inclinação do plano oclusal, foi ignorada em prol de uma estética rápida e barata.

O perigo biológico do fechamento forçado

Tentar fechar uma mordida aberta na “força bruta” pode causar o que chamamos de reabsorção radicular. 

Em termos simples: as raízes dos seus dentes começam a encurtar porque a pressão foi mal planejada. 

O Dr. Alexandre Moro costuma dizer que “a ciência vem antes da tecnologia”, por isso, no nosso consultório, antes de escolher o acessório, fazemos um diagnóstico 3D profundo para entender se o problema é esquelético ou dentário e qual o impacto da função.

O que fazer na prática?

Se você identificou esse problema, o primeiro passo é saber qual é o especialista com maior autoridade técnica. 

Nesse caso, o protocolo de tratamento na Moro Ortodontia segue três pilares rígidos:

Diagnóstico da causa

É um hábito da infância que persistiu? É a forma como você respira? Ou é a anatomia do seu osso maxilar, ou mandibular? 

Sem responder isso, qualquer tratamento é apenas um “curativo” temporário.

Planejamento biomecânico real 

Usamos tecnologia de ponta para planejar movimentos que respeitam o limite do seu osso e da sua gengiva. 

Se for o caso de alinhadores, as “estratégias de mestre” aplicadas no software garantem que o fechamento ocorra pela intrusão dos dentes posteriores, e não apenas pela inclinação perigosa dos anteriores.

Estabilidade definitiva 

O maior desafio da mordida aberta não é fechar, mas, manter fechado. Isso exige um controle rigoroso da contenção e, muitas vezes, um trabalho multidisciplinar.

O veredito da ciência

Aqui na Moro Ortodontia, não vendemos promessas de rapidez que custam a saúde das suas raízes. 

Se você tem mordida aberta, você precisa de um ortodontista que entenda de fisiologia facial.

O mercado saturou o termo “alinhador”, mas a garantia de que você não terá que refazer o tratamento daqui a dois anos só é entregue por quem domina a técnica e a ciência por trás do sorriso.

Fale com a nossa equipe, assim podemos encontrar o melhor tratamento para o seu caso em específico.